Somos
prisioneiros do nosso passado. E mesmo quando nos consideramos libertos e
jogamos nossas vidas na percepção de novas oportunidades, precisamos nos livrar
da Síndrome de Estocolmo, que mantivemos com nossas experiências passadas.
Tanto as que deram errado, mas, principalmente, com as que deram certo.
Como
você sabe, a Síndrome de Estocolmo é o nome dado a um estado psicológico
particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação,
passa a ter simpatia e até mesmo sentimento de amor ou amizade perante o seu
agressor.
Nascemos
dependentes. E muitos de nós, mesmo adultos, ampliam essa vinculação através de
ordens, tarefas, submissão a organizações que definem nossas vidas, ganhos e
punições.
Muitos
incorporam o passado na sua percepção do futuro. Contaminam suas análises com a
Síndrome de Estocolmo com os erros e acertos que vivenciaram.
E
deixam escapar as oportunidades que só o presente, assimilado com absoluta
independência, nos permite captar as combinações possíveis que farão emergir as
oportunidades, que estão todas aí, disponíveis.
A
Síndrome de Estocolmo com o passado nos prejudica, mais ainda, quando achamos
que os acertos se repetirão indefinidamente. Ledo engano que nos cega para as
chances futuras se insinuam a cada instante através das falhas nos produtos e
serviços do nosso entorno.
Que
nos apresentam novas possibilidade de propor acertos através das reclamações de
clientes, que são encarceradas em caixas de sugestões.
Perceber
oportunidades é um exercício quase místico. Além de termos que escapar da
Síndrome de Estocolmo com nosso passado, exige que desenvolvamos fé nos sinais
que nos chegam e que rapidamente evaporam.
Sinais
que, para se tornarem reais, precisam ser rapidamente energizados (antes que a
concorrência o faça) com nossa entrega para que se combinem com os talentos,
recursos e necessidades de nossa clientela.
Nenhum comentário:
Postar um comentário