Somos
herdeiros de bons caçadores. E também de boas caças que conseguiram escapar.
Acumulamos,
portanto, um excelente capital estratégico quando buscamos novas oportunidades.
E quando rejeitamos seduções mal feitas incorporadas em produtos e serviços.
As
regras são simples.
Concentrar
nossas energias em algo essencial à nossa sobrevivência e que seja atrativo
para os membros da espécie do entorno.
Gerenciar
os resultados com mais eficiência que os predadores já posicionados, ou seja,
com sobras que nos ajudam a fortalecer nossa posição, ao atrairmos um número
crescente de consumidores.
Em
vez de consumir energias agregando produtos e serviços repetidos à savana, o
ideal é nos posicionar no mercado o mais cedo possível, antes dos nossos
concorrentes, ao responder às necessidades coletivas, com produtos e serviços
que satisfaçam às necessidades individuais, ainda não percebidas.
Mais
fácil conceituar do que executar.
A
alternativa é nos inspirarmos em arqueiros que inspiraram Maquiavel: “É o que
fazem os archeiros habilidosos, os quais, parecendo-lhes muito distante o alvo
que desejam atingir, e, conhecendo bem as limitações de alcance do seu arco,
fazem pontaria para um ponto muito mais alto do que o alvo, não para aí acertar
com as suas flechas, mas, sim, para, com a ajuda de tão elevada mira, poderem
bater o alvo pretendido”.
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